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SEMINÁRIO EDUCAMPO

APRESENTAÇÃO

O V Seminário de Educação na Diversidade do Campo (SEDIC), conhecido inicialmente como Seminário Educampo é promovido pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação na Diversidade do Campo (GESPEDIC), da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR – Campus de Paranavaí), criando espaço de integração entre academia e a rede básica de ensino, possibilitando ações concretas de materialidade da Educação do Campo no espaço de escolarização, que é a escola, esteja ela no campo, ilhas, quilombos ou comunidades indígenas.

Neste ano, o tema central é “Historicidade, sujeitos e resistência na educação do campo” e as mesas discutirão temas como:

a) História e movimentos sociais na educação do campo;

b) A Educação na diversidade do campo;

c) Educação do campo: resistência, enfrentamento ao fechamento de escolas e perspectivas materiais de existência.

EXPEDIENTE

COORDENAÇÃO GERAL:
Elias Canuto Brandão,

Vanderlei Amboni

COMISSÃO CIENTÍFICA – PARECERISTAS:
Profª. Ma. Adriana Silva Oliveira

Profª. Drª Ariana Castilhos dos Santos Toss Sampaio

Profª. Ma. Deborah Cristina Oliveira Costa

Prof. Dr. Elias Canuto Brandão

Prof. Me. Geandro de Souza Alves dos Santos

Profª. DrªJuliana Alves Barbosa Menezes

Profª. Drª Maria Edi da Silva Comilo

Profª. Drª Maria Luisa da Silva Borniotto

Prof. Dr. Vanderlei Amboni

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS COMPLETOS

a) Estrutura do trabalho: título; autor(es) até no máximo 3, incluindo o(a)orientador(a); instituição de origem; Grupo de pesquisa, se participar; endereço e e-mail; bolsa ou auxílio de agência financiadora, se houver. Eixo Temático.
b) Apresentação: Times New Roman, 12, espaço 1,5, de 10 a 15 páginas.
c) Referências: dispostas em ordem alfabética pelo sobrenome do primeiro autor, e seguir NBR 6023 da ABNT.

Prazo de inscrição:
Com apresentação de trabalho: 01 de outubro de 2024
Sem apresentação de trabalho: 09 de outubro de 2024
Informações completas e complementares, AQUI - https://sedicgespedic.wixsite.com/v-sedic

TEMPLATE:
1. Para Trabalho completo:
2. Para apresentação de trabalho:

INSCRIÇÕES:
Inscrições e encaminhamento do texto acadêmico pelo formulário Google.
Acesso ao formulário de inscrição: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdjkEqvVt-302deDn4pFROaohrM8GVEn_11F6_lVWWUDzYPag/viewform?pli=1

MINICURSOS

* O ensino de lingua portuguesa na perspectiva agroecologica (Profa. Dra. Juliana Alves Barbosa Menezes);
* Educação do campo na singularidade dos movimentos sociais (Prof. Dr. Vanderlei Amboni);
* Discussões acadêmicas sobre expressões racistas no combate ao racismo estrutural (Profa. Dra. Maria Luisa da Silva Bornioto; Profa. Ma. Adriana Silva Oliveira);
* Paulo Freire em Pedagogia do oprimido e Pedagogia da alternância (Prof. Dr. Elias Canuto Brandão);
* A atividade educativa na perspectiva da emancipação humana (Prof. Dr. Osmar Martins de Souza; Profa. Dra. Ruth Maria de Paula Gonçalves).

PROGRAMAÇÃO

09 de outubro de 2024

14h00: Abertura

14h30 às 16h00: Mesa-redonda: História e movimentos sociais na educação do campo
Revisitando as Conferências do Movimento por uma Educação Básica do Campo
Prof. Dr. Elias Canuto Brandão [GESPEDIC/UNESPAR]
História e movimentos sociais na educação do campo
Profa. Dra. Ana Cristina Hammel [UFFS]
Mediação: Profa. Ma. Adriana Silva Oliveira [UNESPAR]
Acesse aqui - https://www.youtube.com/watch?v=egrU8wymbuE

19h30 às 21h30: Minicursos, via teams, de forma síncrona

10 de outubro de 2024

14h00 às 17h00: Mesa-redonda: A Educação na diversidade do campo
Educação indígena: marcos de um direito social
Prof. Dr. Marcos Gehrke [UNICENTRO]
Educação quilombola: marcos legal e processos pedagógicos
Profa. Dra. Maria Cristina dos Santos [UFSCar]
Mediadora: Profa Dra. Ariana Castilhos dos Santos Toss Sampaio
Acesse aqui - https://www.youtube.com/watch?v=1G90Si1BsCU

19h30 às 21h30: Sessões de comunicação, via teams, de forma síncrona

11 de outubro de 2024

14h00 às 17h00: Mesa-redonda: Educação do campo: resistência, enfrentamento ao fechamento de escolas e perspectivas materiais de existência
Prof. Dr. Salomão Antônio Mufarrej Hage [UFPA]
Prof. Dr. José Guilherme Franco Gonzaga [UNIPAMPA]
Prof. Dr. Luiz Bezerra Neto [UFSCar]
Mediadora: Profa. Dra. Maria Luisa da Silva Borniotto
Acesse aqui - https://www.youtube.com/watch?v=fL_9nO6xacs

17h00: Conferência de Encerramento: Escola é vida na comunidade

Conferência de encerramento:
Prof. Dr. Valter de Jesus Leite [MST]
Prof. Dr. Vanderlei Amboni [UNESPAR]
Acesse aqui - https://www.youtube.com/watch?v=3ugTtqeKmK4

RESUMOS DE TRABALHOS - 2024

NARRATIVAS DE ESTUDANTES INDÍGENAS NA UNIVERSIDADE: EXPERIÊNCIAS DE PRECONCEITO, DISCRIMINAÇÃO E RACISMO - Profa. Dra. Maria Luisa da Silva Borniotto, da UNESPAR
Resumo:
Objetivou-se apresentar neste artigo, parte do resultado da pesquisa desenvolvida no curso de doutorado em Educação da Universidade Estadual de Maringá, Linha: Políticas Educacionais e Gestão da Educação (PPE/UEM), defendida em 2017, onde investigou-se o acesso, a permanência e formação de estudantes indígenas das etnias Kaingang, Guarani e Xetá nesta IES. Na universidade os estudantes indígenas enfrentam diferentes situações de preconceito, porém há também situações de acolhimento. Por meio de estudos teóricos, documentais de campo, apresenta-se narrativas de estudantes indígenas de cursos de graduação da UEM, onde apresentam experiências com o preconceito, a discriminação e o racismo, vivenciadas em seus processos de formação superior. Evidencia-se que isto afeta diretamente o desempenho acadêmico desses estudantes, corroborando com a evasão, reprovações, transferências de cursos, entre outras dificuldades que vivenciam na academia.

DIREITO DAS MINORIAS, QUESTÕES RACIAIS E UMA PROPOSTA ANTIRRACISTA DE EDUCAÇÃO COLETIVA - Prof. Francisco Artur da Silva Conrado
Resumo:
Minorias representam os grupos que encontram-se à margem da sociedade devido a características econômicas, sociais, culturais, etc. Esse conceito não deve ser vinculado apenas a grupos numericamente inferiores. Na verdade, refere-se à dominação de um grupo majoritário sobre os outros, independente da quantidade numérica. O objetivo central é: Discutir os direitos das minorias e alguns princípios, que visam combater o preconceito. A metodologia é composta por pesquisa bibliográfica e documental. A sociedade dividi-se em grupos sociais, ocorrendo classificações que determina quais individuos são superiores/inferiores. Assim, marginalizando grupos que não são considerados normais/padrões definidos, por aqueles que ficaram na camada dos seres superiores. Assim existindo vários preconceitos contra as pessoas, que não se encaixam nos padrões pré-definidos para ela. Para combatermos essa situação é necessário nos basearmos no principio de liberdade, e igualdade e fraternidade. Por último conhecermos o passado da nossa sociedade, é um meio para prosseguirmos ao futuro sem repetirmos atitudes, que desrespeitam o princípio de liberdade e igualdade dos indivíduos,que constituem a sociedade.

LUTA PELA TERRA E LUTA PELA EDUCAÇÃO: UMA ANÁLISE DA INTERSEÇÃO NO CONTEXTO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS DO CAMPO - Acadêmico de História: Arquimedes do Amaral, da UNESPAR
Resumo:
Este estudo analisa a interseção entre as lutas por terra e educação no contexto dos movimentos sociais do campo. A luta pela terra, liderada por movimentos como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). A luta pela terra é fundamental para garantir a subsistência e a autonomia das comunidades, que dependem do acesso à terra para produzir alimentos e manter suas tradições. Ao mesmo tempo, a luta pela educação busca uma formação contextualizada, que respeite e valorize o conhecimento local, capacitando as populações do campo para defender seus direitos e melhorar suas condições de vida. A análise dessa interseção revela que a educação é vista como um instrumento de empoderamento, crucial para fortalecer a organização dos movimentos sociais e alcançar mudanças estruturais, como a redistribuição de terras. Assim, as lutas pela terra e pela educação se complementam e se fortalecem mutuamente, formando uma base sólida para a mobilização e resistência das comunidades no campo.

QUALIFICAÇÃO DOS TRABALHADORES RURAIS NOS MUNICÍPIOS DE TAMBOARA -
Profa. Dra. Ariana Castilhos dos Santos Toss Sampaio, da UNESPAR; Profa. Dra. Maria das Graças de Lima, da UEM
Resumo:
Diante da modernização agrícola que vem transformando tanto a maneira de produzir como as relações de trabalho no campo surgem à inquietação a cerca do desemprego estrutural e suas consequências socioeconômicas. Nesse sentido, este trabalho traz um recorte dos resultados da tese de Doutorado sobre as políticas públicas de qualificação profissional e a reinserção dos laboriosos do corte de cana no mundo do trabalho, e se essa realocação teve o apoio do governo por meio de políticas públicas de qualificação. Através da metodologia de amostragem por acessibilidade ou por conveniência, entrevistamos nos municípios de Paranavaí, Paraiso do Norte e Tamboara ex cortadores do corte de cana, e os resultados mostram que a reinserção no mercado de trabalho não foi orientada por políticas públicas, e as políticas públicas de qualificação existentes não contemplaram as necessidades desses laboriosos, sendo terceirizado para o Sistema S a qualificação desses trabalhadores.

O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA NA PERSPECTIVA AGROECOLÓGICA - Profa. Dra. Juliana Alves Barbosa Menezes
Resumo:
O artigo em questão tem como objetivo apresentar uma prática de leitura do conto O melhor amigo dos parasitas, de Ana Primavesi (2016), para alunos do Ensino Fundamental 2. Para a realização desse artigo, tivemos por base a proposta de leitura e letramento literário de Micheletti (2000), que revela a importância de compreender o que está escrito, por meio da atribuição de sentidos ao texto, para que se desenvolva um processo de leitura, e a proposta de Cosson (2014), que mostra a necessidade da língua como meio efetivo para o processo de leitura, já que a apropriação da linguagem desempenha uma função humanizadora. A partir dessa base teórica, produzimos uma prática de leitura, que buscou contemplar a motivação, a introdução, a leitura e a interpretação. Com esse trabalho, percebemos que a leitura literária pode seguir uma metodologia pautada nas etapas da leitura, para desvendar as materialidades do texto literário e ampliar seu sentido por meio do diálogo do verbal e não-verbal, coligando os conhecimentos de mundo desse leitor em formação e contribuindo assim, para ampliar o debate sobre agroecologia nas salas de aula. Desse modo, apresentamos a perspectiva Agroecológica no ensino de Língua Portuguesa, como uma política de enfrentamento aos problemas climáticos e um mecanismo de se pensar numa sociedade do futuro que luta para que exista tal futuro e que esse futuro seja respeitoso para todos, diminuindo às desigualdades. Acessar práticas de leituras nas aulas de língua portuguesa, que sejam emancipatórias, é de extrema relevância, pois se apresenta o professor, o seu material didático como mecanismo de enfrentamento da exclusão.

A EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA EM ESCOLAS DO CAMPO - Profa. Neide Batista Moreira Silva; Profa. Dra. Noemi Nascimento Ansay, da Unespar
Resumo:
A presente pesquisa está em andamento no âmbito do Mestrado Profissional em Educação Inclusiva – PROFEI, na Universidade Estadual do Paraná. A temática justificou-se pela importância de compreender os aspectos legais e históricos que norteiam a Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (Brasil, 2008) em uma escola de assentamento de trabalhadores rurais Sem Terra através de documentos oficiais que garantem o direito a inclusão de estudantes com deficiências no sistema educacional de ensino regular. O objetivo geral do estudo foi averiguar as possibilidades de atuação na Educação Especial no Campo, com foco em práticas inclusivas que promovam a equidade educacional.Os participantes da pesquisa foram dez professoras da Rede Municipal de Ensino de Querência do Norte que atuam na Escola Camponesa Municipal Chico Mendes e atendem estudantes com deficiências. Ressalta-se que o projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética da Unespar, Parecer no 6.321.226, em 25 de setembro de 2023. As respostas dos questionários foram categorizadas com base nos pressupostos teóricos de Minayo (2003) e Bardin (2016), por meio de análise de conteúdo. Espera-se que o estudo contribua com a qualidade do ensino, respeitando as especificidades de todos os estudantes e propiciando-os a oportunidade de alcançar seu pleno potencial.

A PEDAGOGIA DO OPRIMIDO E A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA A EDUCAÇÃO DO/NO CAMPO - Acadêmica de Pedagogia: Andressa Constantino de Carvalho Lanziani, UNESPAR; Prof. Dr. Elias Canuto Brandão, UNESPAR
Resumo:
O presente artigo aborda a importância de se investir na formação de professor com atenção à Educação do e no campo, levando-se em consideração as ideias e pensamentos de Paulo Freire contidas em Pedagogia do oprimido, questionando o ensino voltado às licenciaturas que não leva em consideração os povos e a realidade do campo. Por que Pedagogia do oprimido? Pelo fato de o livro frisar a educação consciente e reflexiva como primórdio de uma libertação social e econômica, trazendo para discussão a ideia de que somente após o oprimido identificar suas dificuldades e “amarras” a qual o aprisionam, poderá ser possível conquistar sua emancipação e autonomia dentro da sociedade capitalista. O estudo é bibliográfico e qualitativo, buscando evidenciar a importância do livro Pedagogia do oprimido e Freire na formação dos educadores das diferentes licenciaturas.

A HISTÓRIA PELOS SEUS SUJEITOS. O CENTRO DE EDUCAÇÃO DO CAMPO ROSELI NUNES (ASSENTAMENTO CIGRA, LAGOA GRANDE DO MARANHÃO) - Laryssa Viana Silva, UEMA; Isaac Giribet Bernat, UEMA; Leide Ana Miranda Lima, UEMA
Resumo:
O presente trabalho visa entender as particularidades que acompanharam a criação e consolidação do Centro de Educação do Campo Roseli Nunes, localizado no Assentamento CIGRA, no município de Lagoa Grande do Maranhão. A partir da construção e sistematização dos contextos históricos vivenciados na região, e auxiliados por uma metodologia de caráter participativo que conta com a contribuição ativa dos agentes sociais que criaram a escola, foram realizadas e sistematizadas leituras bibliográficas e entrevistas que ajudaram a embasar a proposta que tem como pontos cruciais os processos de luta pela terra e pela Reforma Agrária no município, a invisibilidade e exclusão social sofrida de forma secular pelos trabalhadores rurais na região e a proposta de Educação do Campo da escola Roseli Nunes, compreendida esta como força motriz que contribui para o desenvolvimento e emancipação da sociedade camponesa em que está inserida. O projeto foi idealizado junto ao Centro e a pedido deste, com o intuito de reconstruir seu percurso histórico evidenciando assim a importância das particularidades da Educação do Campo.

PROYECTO DE PLANIFICACIÓN DE UN SISTEMA AGRO-FORESTAL (SAF) PARA EL CENTRO DE EDUCAÇÃO DO CAMPO ROSELI NUNES DEL MST EN EL ASSENTAMENTO CIGRA DE LAGOA GRANDE DO MARANHÃO, MA, BRASIL - Prof. Dr. Miquel Garcia Garcia, Universitat de Lleida (UdL); Prof. Dr. José Ramón Olarieta Alberdi (Universitat de Lleida - UdL); Prof. Dr. Isaac Giribet Bernat (Universidade Estadual do Maranhão - UEMA)
Resumo:
Este trabajo de final de máster elabora un proyecto de planificación de implantación de un sistema agro-forestal (SAF) para la Escuela de Educação do Campo Roseli Nunes. Este centro educativo se encuentra en un asentamiento del Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) en un entorno rural, del interior del Estado de Maranhão, uno de los más pobres y rurales de Brasil. Se diseña y se describe el proceso de implementación del SAF en el marco de un proceso participativo que incluye a todos los actores principales y sus voces, de manera que el diseño es fruto de un proceso iterativo de mejora constante donde se aplica una metodología participativa basada en los principios de Paulo Freire. Se exponen los trabajos de preparación y adecuación del área de trabajo. Se recoge el presupuesto y los costes de la ejecución del proyecto. Y se aporta un manual de manejo donde se pueden ver las guías para una correcta gestión del SAF, para assegurar la permanencia y sostenibilidad.

CONTRIBUIÇÕES DE PAULO FREIRE À EDUCAÇÃO DOS POVOS DO CAMPO, DAS ÁGUAS E FLORESTAS - Prof. Dr. Elias Canuto Brandão, UNESPAR
Resumo:
O estudo objetivou compreender as contribuições de Paulo Freire à Educação dos povos do campo, das águas e florestas, em seus pensamentos, ideias e posições políticas e sociais, a partir de seus livros, complementados com estudo de campo em Angicos-RN, assim como suas possibilidades no avanço do conhecimento na educação em escolas do campo, itinerantes ou não, municipais ou estaduais, e comunidades indígenas, quilombolas ou seringais. A pesquisa está dentro da pesquisa em Educação do Campo, foi bibliográfica e de campo, em Angicos, dialogando com ex-alunos alfabetizados pelo projeto “Círculos de cultura”, desenvolvido e coordenado por Freire em 1963, quando alfabetizou 300 trabalhadores em 40 horas. Como resultado, constata-se que os pensamentos de Freire contribuíram com a formação da consciência crítica problematizadora dos participantes das aulas, e contribuem na atualidade para que educadores também a tenha. Quando não tem e agem como se tivessem, suas ações são na linha bancária e dominadora sobre os alfabetizandos.

EIXOS TEMÁTICOS DO V SEDIC - 2024

Eixo 1 – Povos, populações e educação indígena.

Eixo 2 – Políticas étnicas-raciais e educação quilombola.

Eixo 3 – Luta pela terra e educação dos movimentos sociais do Campo.

Eixo 4 – Educação agroecológica e desenvolvimento sustentável.

Eixo 5 – Políticas públicas e educação do campo

CONTATO

Endereço

  • Av.Gabriel Experidião
    S/N Jardim Morumbi
    Paranavaí, Paraná.

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Fone

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